sábado, 14 de agosto de 2010

PIADA

Diário dela:
No domingo a noite ele estava estranho. Saímos e fomos até um bar para tomar uma cerveja. A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais íntimo. Fomos a um restaurante e ele ainda agindo de modo estranho. Perguntei o que era, e ele disse que nada, que não era eu.
Mas, não fiquei muito convencida. No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e de toda sua importância. Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros.
Finalmente chegamos em casa, e eu já estava pensando se ele iria me deixar! Por isso tentei fazê-lo falar, mas sem me dar muita bola ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós.
Por fim, embora relutante, disse que ia me deitar.
Mais ou menos 10 minutos ele veio se deitar também e, para minha surpresa correspondeu aos meus avanços, fizemos amor. Mas, depois ele ainda parecia muito distraído e adormeceu.
Comecei a chorar, chorei ate adormecer. Já não sei o que fazer.
Tenho quase certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.



Diário dele:
O meu time perdeu.
Fiquei chateado a noite toda. Mas pelo menos dei umazinha.
Mas ainda tô chateado...
Time de bosta!

Mensagem de otimismo

Receita de Dona Cacilda

Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.
E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução..
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.
Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Ah, eu adoro essas cortinas.....
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseqüência, os sentimentos.
Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças.. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica. Depois me pediu para anotar como manter-se jovem:

1 Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.'E o nome do Alemão é Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem
Aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. O seu lar é o seu refugio.

8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhora-la, procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa

10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Este texto é um resumo Gilberto Cotrim Mota.

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Flúvia Souza Menezes

O termo “indústria” existe na língua inglesa desde o século XV e significa diligência, presteza e assiduidade e no final do século XVIII o termo “indústria” passa a ser entendido como uma instituição ou conjunto de instituições de “casa de trabalho” nelas, as ideias de aplicabilidade e trabalho útil eram cultivados.
Na segunda metade do século XVIII assistiu-se na Inglaterra o nascimento da sociedade industrial. Passou-se do sistema doméstico para o sistema fabril de produção. O primeiro era disperso e o segundo concentrado.
A Revolução Industrial realizou a “potenciação do trabalho humano”, dando origem a uma nova relação entre as classes. Ou seja, chegava ao fim à sociedade de senhores e servos e passa-se para a sociedade de empresários e operários. E, duas novas classes passam a destacar-se na nova estrutura social: a burguesia e o proletariado que aumentava em quantidade.
Desta forma, surgiu à civilização urbano-industrial que substituiu a civilização baseada no trabalho artesanal e ela trouxe consigo a ideia de “progresso” e de “desenvolvimento”. E, este desenvolvimento demandaria a montagem de impérios coloniais para o consumo de mercadorias produzidas pelo sistema de produção.
No entanto, a separação entre o produtor e os meios de produção constitui o ponto mais profundo da Revolução Industrial constituindo-se em um novo tipo de relacionamento entre os homens baseado no capital e na venda da força de trabalho.
Essa nova forma de conceber o trabalho e o homem é que dá origem a uma nova sociedade: a sociedade de classes do modo de produção capitalista, ou sociedade de industrial ou simplesmente sociedade capitalista.
No plano econômico a grande indústria tornou-se a peça chave do novo sistema. No político, a democracia representativa passa a ser o tema fundamental e a legitimação da nova ordem. E, no plano, ideológico e doutrinário surge o liberalismo. Em contra partida a Revolução Industrial pôs abaixo os antigos sistemas coloniais substituindo-os por impérios que nos séculos XIX e XX mudariam a fisionomia do globo terrestre.
Os países imperialistas deixaram suas marcas que se arrastam até os dias atuais em países como: Irlanda, Vietnã, África do Sul, Hong Kong, etc. Porém, a existência dos países imperialistas é impossível sem as revoluções industriais que estimularam a busca de novos mercados consumidores, mão-de-obra e matéria prima. Os países “atrasados” ou “subdesenvolvidos”, como no Brasil se industrializaram tardiamente impulsionados por fatores externos e dependentes deles já no século XX.
No final do século XIX e inicio do XX as invenções foram uns dos reflexos da Revolução Industrial que além de modificarem acabou facilitando as comunicações e o transporte de mercadorias e de pessoas. Este período ficou conhecido dentro da História como: a 2ª Revolução Industrial.
Neste período histórico houve a divisão internacional da produção, do trabalho e do capital, isto é, o mundo foi dividido em zonas industrializadas e agrícolas, fornecedoras de matéria prima e mercado consumidor. Onde, predominam o acumulo de capital, concentração de renda e o aumento da produção industrial, em suma, é o Capitalismo Financeiro e Monopolista.

REFERENCIA: MOTA, C. G. História Moderna e Contemporânea. 1ª edição. S.P. Editora Moderna. 1989