quarta-feira, 22 de abril de 2009

Gandhi

Mahatma Gandhi (1869–1948), o pai da independência indiana, disse: “Pode parecer à primeira vista que as pessoas de disposição violenta sobem na vida; mas uma breve reflexão mostrará que, quando a espada da violência cair, poderá ser no seu próprio pescoço.” E disse ainda: “As nações não são sustentadas pela riqueza nem pelos exércitos, mas somente pela justiça.” Não são a riqueza nem o prestígio o que importa. O caminho mais nobre de vida para um ser humano é o da integridade e da sinceridade. Vamos todos viver dessa maneira magnífica!
* trecho extraído do jornal Brasil Seiko, Discursos de Daisaku Ikeda

O que é a Felicidade?


Ser Feliz
Não sou o único, nem são poucos os que desejam a felicidade.
Todos, absolutamente todos, desejam ser felizes...
Se perguntarmos a dois homens se querem alistar-se no exercito, é possível que um responda sim, outro que não.
Porém, se lhes perguntarmos se querem ser felizes, ambos dizem logo, sem hesitação, que sim, que o desejam, por que tanto o que quer ser militar, como o que não quer, tem um só fim em vista: ser feliz. Sto. Agostinho (354 a 430 d. C.)

O que é a Felicidade?
Esta é uma questão nada fácil de se responder, pois esta intimamente a condição pessoal e intima de cada individuo, ou seja, de como você enxerga a vida. Mas, para tentarmos responder a uma pergunta tão subjetiva recorremos as filosofias ou as mais diversas religiões.
Popularmente nos ouvimos dizer que a felicidade é um acumulo de momentos felizes. No entanto, se fizermos uma observação um pouco mais detalhada poderemos intuir que a felicidade é uma condição momentânea que muda de acordo com as circunstâncias da vida, é transitória. Buscamos realizar nossas necessidades ou desejos pessoais, acalentando um êxito individual, tais como posição social, fama, riqueza e poder.
A Falsa Felicidade ou Felicidade Relativa tem como finalidade a busca cada dia maior de bens materiais, que provêm de uma fonte exterior. Esta busca torna as pessoas egoístas, pensando apenas em si próprias. O filosofo e poeta Ikeda observa “quando aspiramos somente à felicidade relativa, estamos nos baseando numa visão superficial é como uma planta sem raízes. É vazia e passageira”. Mas, então como buscar uma felicidade mais duradoura que não mude constantemente como os ponteiros do relógio?
Segundo a filosofia proveniente do oriente nos seres humanos podemos construir a nossa felicidade desde que nós nos desenvolvamos como seres humanos autênticos, conceito este denominado de Felicidade Verdadeira ou Felicidade Absoluta.
É uma felicidade profunda e duradoura que não depende do objeto de desejo ou necessidade, do passado e tampouco de fatores externos. O principal ingrediente para essa felicidade encontra-se na própria vida. Estando diretamente relacionada ao grau em que se pode extrair a própria força vital e a esperança no futuro e cuja fonte está dentro de cada um de nós, no âmago da nossa determinação, jamais permitindo que uma situação adversa domine a nossa jornada. É um estado de vida em que, independentemente da nossa situação atual, conduzimos nossa vida com grande alegria e imensa satisfação. Em busca do nosso caminho para a felicidade, em nenhum momento devemos fugir ou evitar os problemas que surgem, ou nos deixar levar pelas circunstâncias que sempre tentam nos impedir, baseando-nos em algo superficial que desmorona facilmente. Por isso, podemos entender que a Felicidade não é a ausência de problemas ou dificuldades e sim criarmos em nosso interior a capacidade e a convicção que se pode superar a cada dificuldade que possa aparecer em nosso dia-a-dia.
* Flúvia Souza Menezes e George Hamilton Rocha

quinta-feira, 9 de abril de 2009

HISTÓRIA

História, estória, não interessa,
Se, é de livro ou de uma boa conversa,
O que importa é que você é a filha da mãe de todas as outras.
Você pode contar as mais lindas histórias de amor ou as tristes.
Ou ainda ser no papel a mais fabulosa máquina do tempo de todos os tempos.
Sua importância em nossas vidas é de grande valor.
Pois é por você que montamos e remontamos nossas glórias ou tragédias.
Você pode ser usada, maltratada, espezinhada, trocada, prostituída por todos aqueles que querem te dominar através dos tempos,
Mas tua boca nunca será silenciada, para sempre.
Por que todas as formas de repressão se diluím com o tempo, menos você.
Você que é camaleão de origem infinita no tempo do que se passou, sempre reaparece de novas plumas, igual a Fênix.
Dizem que tuas verdades sempre serão verdades, o que irá mudar serão apenas tuas vestes e tua forma de ser vista e colocada no tempo.
História pode ser estória e o inverso também poderá ocorrer no decorrer dos tempos.
Quanto tempo já se passou, e tu que és a velha menina que brinca com o vento, já viu passar por teus olhos eternos, estórias e histórias.
Estas que se perdem no infinito do passado que se foi presente.
Tu que és a soberana dentre várias.
Várias outras que nasceram de ti e que hoje renegam tua origem,
Dizendo que esta ultrapassada.
Mas, se quisesse lhes dar resposta, diria: são vocês que se serve de mim e da minha tão esquecida e ignorada irmã.
O tempo passará e você estará aí para contar e recontar
Histórias de civilizações, culturas, sociedades, economias...
Estórias de fadas. Óvnis, lugares distantes.
E não importa o significado que a reveste, por que independentemente do que seja este ou aquele significado, História e Estória terão sempre um lugar especial em meu coração. (2005)


* Flúvia Souza Menezes, profª de História pela UFMT/CUR