Agosto
É agosto
Da janela do ônibus vejo
O cerrado e a fumaça
O cerrado com cores cinzentas
E pontos verdes
Em seu meio
Ainda não choveu
E talvez nem chova
Agosto é de fogo
Fogo que consome e sufoca
Todos reclamam
Mas ninguém pára
Com o fogo de agosto.
É agosto
Da janela do ônibus vejo
O cerrado e a fumaça
O cerrado com cores cinzentas
E pontos verdes
Em seu meio
Ainda não choveu
E talvez nem chova
Agosto é de fogo
Fogo que consome e sufoca
Todos reclamam
Mas ninguém pára
Com o fogo de agosto.
Autora: Flúvia Souza Menezes, poetisa e professora de História
04/09/1999
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